quinta-feira, 30 de março de 2017

domingo, 26 de março de 2017

sábado, 25 de março de 2017

sexta-feira, 24 de março de 2017

essa pegada até hoje ribomba as paredes do nosso racismo (nosso,teu,cara-pálida)



Como Macau (Oswaldo Rui da Costa) compôs Olhos Coloridos: Um dia, já quase esquecido, acompanhava uma exposição escolar no Estádio do Remo do Flamengo, quando foi convidado pela Polícia Militar a ir a um lugar reservado. “Virei suspeito. Meu cabelo rastafári, minha roupa incomum. Havia um sargento me observando, quis ver meu documento. Eu não tô fazendo nada, eu disse. Me levou à força. Você é muito folgado!” No bate-boca com o sargento, Macau deixou vazar seu inconformismo com a situação. “Qual é o problema com o meu cabelo? Qual é o problema com a minha roupa? Se você tirar essa farda, é um sarará criolo, que nem eu!” O sargento, também negro, não gostou. Mandou sumir com ele. “Me trataram como um lixo humano, fiquei numa jaula, como uma lata de biscoitos, no14.º DP, com tanta gente dentro que minhas pernas não conseguiam se mexer. Fui salvo por um padre da pastoral, Bruno Trombeta, e pelo meu amigo Paulinho Bagunça, que era salva-vidas na praia. Achavam que eu já estava morto quando me acharam. Macau saiu revoltado. Quiseram levá-lo para casa, ele não foi. Foi caminhando até a praia do Leblon. “Virou um campo minado dentro de mim. Fiquei olhando para o mar, chorando, pensando em qual a maneira de revidar. E foi quando escrevi essa letra, Olhos Coloridos”. Do Jornal Estadão de 26-julho-2012. Pg D14 (informação do Paulo Mattos)

terça-feira, 21 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

quinta-feira, 16 de março de 2017

quarta-feira, 15 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

para quem é do mar um rio é apenas mais um rio*



*ficaram pelo caminho, em nossa imodesta opinião, entre outros, lennon&nilson, annie lennox, bruce springsten, linda ronstadt, sia, toni childs, cher, bryan adams, lenny kravitz 

domingo, 12 de março de 2017

muitos, mas muitos mesmo, que não foram poucos, afundaram neste rio, apesar até de um certo talento. outros, o cruzaram, seja por braçadas vigorosas, seja porque o fizeram boiando



começando por quem literalmente o fez, e o cruzou, em crawl, costas, borboletas, peito - e haja peito - e como mas pensar, nesta gravação histórica com o auxílio luxuoso do ernest ranglin, um boto na guitarra 

quinta-feira, 9 de março de 2017

não se iluda com a aparência: teishi é mortal



                                                    http://vevo.ly/U65n4s

quarta-feira, 8 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

"masmiódebom"

quarta-feira, 1 de março de 2017